A Secretária Municipal de Educação (Semec) participou na manhã desta sexta-feira (25) do 1° Seminário Municipal de Política de Atenção para Pessoas com Deficiência, ocorrido no Auditório Joviano Maximimo de Alencar, da Associação Piauiense de Municípios (APPM), zona Sul de Teresina. A Secretaria esteve presente no evento através da coordenadora de Educação Inclusiva da Semec, professora Amanda Kardia.

O encontro foi uma parceria entre a Semec e a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi). Do lado das organizações que lutam pela inclusão dos PCDs estiveram presentes a Associação de Amigos e Familiares da Pessoa com Deficiência (Prismas), Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), Associação dos Cadeirantes do Município de Teresina (Ascamte), dentre outras.
A coordenadora Amanda destacou as formações quinzenais que a Semec realiza com professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE). “A informação é essencial, visto que o principal desafio na Rede para garantir inclusão é a formação de professores. Então, procuramos levar os principais conhecimentos acerca do tema e ensinar como lidar com o aluno PCD”, pontua.

O seminário foi um momento dos órgãos municipais diretamente envolvidos em iniciativas de acessibilidade demonstrarem suas ações dentro desse espectro diante da sociedade civil e associações. A manhã também foi um momento de debate, em que o público pôde apontar demandas e apresentar reclamações relativas à inclusão de acessibilidade para PCDs de uma forma geral, como forma de construir um diálogo entre Poder público e sociedade civil.
A Semec, preocupada com a inclusão de pessoas PCDs, aumentou a quantidade de profissionais capacitados para lidar com as demandas especiais que a população PCD necessita, por meio do Processo Seletivo de Estagiários de junho de 2023, que abriu 1000 vagas na Rede Municipal de Ensino, inclusos profissionais destinados a função de Auxiliar de Apoio à Inclusão.

“Nessa gestão, pela primeira vez, iniciamos com a formação inclusiva com professores da Rede Municipal, porque acreditamos que não é necessário somente o profissional de apoio, mas também a mudança de comportamento dos profissionais das escolas”, finaliza Amanda.

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